“Ela era formidável. Nota mil. Coração enorme”. É assim que Edgar Varela define a sobrinha Mayara Stephany Varela de Almeida Sousa, 30 anos, que morreu na manhã desta sexta-feira (16/10), após ter sido atingida na cabeça e no tórax com ao menos três tiros disparos pelo ex-companheiro André Eduardo Alves da Silva, 40, em via pública na Candangolândia (DF). O suspeito segue foragido até a última atualização deste texto.
Mayara era filha única e deixa três filhos, um menino de 12 anos e uma menina de 2, essa última fruto do relacionamento com André Eduardo. Ela trabalhava como recepcionista de uma empresa. “Ela entrou numa empresa recentemente. Estava muito feliz, galgando subir nessa empresa. Se você conhecesse a Mayara ia ver como ela era formidável. Uma menina nota mil”, acrescentou o tio.
Para a família, além de um momento de dor, é hora de clamar por justiça. “O cara destruiu várias famílias. Queremos justiça e vamos atrás. Pode ter certeza. Esse cara acabou com a nossa vida”, complementou Edgar Varela.
O tio reforçou que Mayara Varela havia feito um boletim de ocorrência contra André devido a situações de ameaças e xingamentos. A informação havia sido confirmada pela mãe da vítima Josi Varela. “Eu fiz ela registrar quando ele fez [ameaças], quando ele estava xingando ela, falando um monte de coisas”, contou a matriarca.
Segundo ela, o ex-casal brigava muito, porque André não aceitaria aceitando o pedido de pensão. “Ele demorava para pagar.
