Um dos maiores dilemas quando se está no banheiro é a troca do rolo de papel higiênico. Dependendo da casa ou lugar que você está, ele é colocado de formas diferentes no suporte, com o lado para puxa-lo para cima (mais visível para você) ou para baixo (rende à parede). Mas afinal, existe um jeito certo de colocar o papel higiênico?
O debate se arrasta desde o fim do século XIX, quando o rolo da forma que conhecemos, perfurado no meio, foi patenteado no dia 22 de dezembro de 1891 junto ao USPTO (Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos) por Seth Wheeler, na cidade de Albany, Nova York.
O que pouca gente sabe é que o próprio criador já demonstrava graficamente nos registros como o papel higiênico deve ficar pendurado, para não gerar dúvidas. Na figura, o lado certo é com a parte que se puxa a folha para fora.
A engenharia por trás do rolo de papel higiênico
Wheeler projetou o rolo com incisões laterais que convergem para o centro, deixando apenas uma resistência mínima para transporte e manuseio. A posição “para cima” afasta a folha da parede, facilitando o puxão e a separação correta das folhas ao longo da linha serrilhada sem rasgar as folhas seguintes adjacentes.
A posição “para cima” não é apenas estética; ela atende à mecânica de funcionamento projetada pelo inventor. Antes desse invento, os rolos de papel não tinham separações fáceis, o que causava desperdício e rasgos incorretos.
O que joaninhas e inteligência artificial têm a ver com o papel higiênico?
