São Paulo, Camila Pereira da Silva, de 32 anos, morta baleada após partir para cima de policiais com uma faca em suposto surto psicótico, no Parque São Domingos, região norte de São Paulo, foi, segundo o ex-namorado, para a região tentar matá-lo diante do término da relação, ocorrido há cinco meses. Segundo a Polícia Civil, a denúncia sobre a mulher munida com a faca partiu do homem que fugia com medo, após ela ameaçar funcionários dele.
Camila morreu, nessa quinta-feira (15/10), na Rua Mutinga, na altura do número 127. Com uma faca, ela avançou contra policiais militares (PMs) e foi baleada uma única vez por um dos agentes, caindo morta. Durante a apresentação da ocorrência, o policial militar André Coelho Maximo Da Costa, de 30 anos, foi preso acusado de homicídio.
As imagens a seguir são fortes:
O Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e a Corregedoria da Polícia Militar investigam o caso e a conduta do policial. Procurada, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) disse “não tolerar desvios de conduta”. A arma do policial foi apreendida para ser periciada.
Ameaça e medo
O ex-namorado de Camila prestou depoimento no Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Segundo ele, a mulher vinha numa sequência de episódios de agressividade. Entre eles, havia agredido com m um tapa no rosto um funcionário do ex-companheiro, e ameaçado a ex-sogra.
