Em entrevista a Ricardo e Guga no Programa do Noblat, o cientista político Antonio Lavareda analisou a nova rodada do Datafolha e o tabuleiro da sucessão presidencial, transformando Flávio Bolsonaro no que definiu como um “favorito vulnerável”.
Para Lavareda, o ponto de inflexão não partiu do horário eleitoral na TV, mas do impacto conjunto das redes e do retorno massivo da militância às ruas. A presença de multidões puxadas por jovens de 16 a 24 anos gerou uma onda de contágio que reduziu o medo do eleitor indeciso e começou a estreitar a rejeição a Lula.
