Quando você pergunta aos brasileiros se a economia vai bem ou mal, a esmagadora maioria deles responde que vai mal. No entanto, quando a pergunta é se, do ponto de vista econômico, a vida pessoal melhorou ou piorou, a maioria responde que melhorou. A que se deve esse paradoxo? Basicamente, às informações que a imprensa tradicional lhes oferece e ao que leem nas redes sociais.
O que repercute nas plataformas digitais pauta o que a imprensa tradicional publica, e vice-versa. O leitor de ambos os espaços diz confiar mais no que lê nos veículos tradicionais, mas não larga o celular para saber, se possível minuto a minuto, o que está em discussão nas redes.
Não é de hoje que os grandes veículos de comunicação se opõem com ferocidade a Lula e ao PT, buscando varrê-los do poder. Trata-se de uma questão ideológica, mas não apenas isso. É também uma questão de alinhamento com as fontes que os remuneram e que enriquecem seus proprietários.
