O grande ato a favor da campanha de Lula que estava marcado para acontecer em São Paulo no domingo (18/10) foi cancelado, ao menos formalmente. Primeiro a prefeitura de São Paulo impediu que ele acontecesse no Vale do Anhangabaú, para onde estava marcado, alegando risco de enchente - em um dia sem previsão de chuva forte.
Depois, um racha na esquerda barrou o plano de realizá-lo no Largo da Batata, em Pinheiros. A ideia de União Nacional dos Estudantes (UNE) é mobilizar os lulistas para promover eventos na periferia da cidade, com o objetivo de fazer panfletagem e virar voto.
O ato central foi convocado a partir de um grupo de Whatsapp que reúne diversos grupos de esquerda, com o Movimento Revoluciona Brasil (MRB), que se diz apartidário e em defesa de pautas sociais e dos trabalhadores, assumindo como organizador perante aos órgãos públicos.
Com a Avenida Paulista reservada para aquele que promete ser o grande evento de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) no domingo, o grupo de esquerda inicialmente marcou a reunião a favor de Lula para o Vale do Anhangabaú. Na quarta, depois de o túnel que passa debaixo do Vale alagar, a subprefeitura da Sé informou que o ato não poderia acontecer ali por risco de alagamento, apesar de não haver previsão de chuva forte para o domingo - o que há é um evento privado previsto para a tarde pela concessionária Novo Anhangabaú.
Plano B
O MRB então informou, nas redes sociais, que o ato seria transferido para o Largo da Batata.
