Carrie é um dos grandes sucessos de Stephen King, um dos principais nomes da literatura de terror. Ao longo dos anos, a obra ganhou três adaptações para o cinema: Carrie, a Estranha (1976), A Maldição de Carrie (1999) e Carrie, a Estranha (2013). Em 2026, a história ganhou uma nova releitura, desta vez para o streaming.
Sob o comando de Mike Flanagan, conhecido por produções como A Maldição da Residência Hill e Missa da Meia-Noite, a trama chegou ao Prime Video em oito episódios. Na nova versão, Carrie, interpretada por Summer H. Howell, continua sendo uma adolescente deslocada, criada praticamente isolada da sociedade. Após a morte repentina do pai, ela precisa enfrentar os desafios do ensino médio e a crueldade dos colegas de escola.
Mas o que muda entre a série e o livro original? O Metrópoles reuniu seis diferenças que você precisa saber. Confira!
Ótica atual
O livro de Stephen King foi lançado em 1974, em uma época anterior à popularização das tecnologias digitais. Na adaptação, Mike Flanagan atualiza os conflitos enfrentados pela protagonista e inclui questões mais presentes na sociedade contemporânea, como o cyberbullying. A prática envolve intimidação, ofensas, humilhações ou perseguições por meio de ferramentas digitais, como redes sociais, aplicativos de mensagens e jogos on-line.
Aparência de Carrie
Na obra de King, Carrie é descrita como uma jovem de corpo curvilínea e um pouco acima do peso.
