A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentou a observadores internacionais, nesta quinta-feira (15), relatos de “evidências, tratamentos assimétricos e supostas falhas técnicas” nas plataformas da Meta, controladora do Whatsapp, do Instagram e do Facebook.
Ficaram cientes da apresentação a OEA (Organização dos Estados Americanos), a União Europeia, a UNIORE (União Interamericana de Organismos Eleitorais), o Parlasul (Parlamento do Mercosul), a Liga dos Estados Árabes e a ROJAE-CPLP (Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral dos Paísese da CPLP).
Na ocasião, oram apresentadas oito ocorrências calcadas em documentos e estudos que demonstram que o tratamento da big tech desequilibra o pleito nas redes sociais em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).
“As falhas técnicas alegadas pela Meta, sem esclarecimentos claros, têm impacto seletivo, pois não há comprovação equivalente sobre consequências negativas em relação à campanha do adversário do presidente Lula”, explicam.
A equipe de Lula também alerta para um “quadro de afronta” à legislação eleitoral, ao Marco Civil da Internet e à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que resulta, conforme argumentam, na restrição indevida ao debate público na disputa política.
Na quarta-feira (14), a coligação Brasil Pronto Pra Mais acionou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) questionando o funcionamento da inteligência artificial Meta AI.
