A morte de uma mulher baleada por um policial militar na zona norte de São Paulo nesta quinta-feira (15/10) chama a atenção por se juntar a outros dois casos parecidos que aconteceram na capital paulista nos últimos doze dias. Em todos os casos, os PMs mataram a vítima com a justificativa de que elas estariam em surto psicótico.
Além dessa situação, Gustavo Munis de Santana, foi morto no sábado (10/10) com 27 tiros após as autoridades serem chamadas para atender um suposto chamado de suicídio em Moema, zona sul da capital paulista. Outro caso foi o de Antonio Nunes Batista, de 40 anos, que estaria em estado de surto, e morreu após ser baleado no dia 3 de outubro na Vila Dionísia, também na zona norte de São Paulo.
Mulher em Pirituba nesta quinta-feira (15/10)
O caso mais recente é o de uma mulher, que não foi identificada até o momento, e que, supostamente em surto, teria avançado na direção de três policiais militares no Parque São Domingos, em Pirituba, nesta quinta. Imagens cedidas ao Metrópoles mostram que a vítima caminhava em direção aos policiais com uma faca na mão. Ao se aproximar de um dos PMs, a mulher foi atingida por um disparo e não resistiu.
O policial responsável pelo disparo que matou uma a vítima foi preso em flagrante e encaminhado ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que investigará o caso.
