Trocar os lençóis semanalmente é uma ação doméstica presente na rotina da maioria das pessoas. O suor, a oleosidade da pele e as células mortas que impregnam no pano com o tempo exigem que a troca seja feita para evitar o acúmulo de ácaros e microrganismos.
Quanto maior o intervalo da troca, maior a exposição a esses microrganismos e, para parte da população, esse acúmulo se traduz em crises alérgicas, irritações na pele e outros incômodos. Mas, além da troca por um lençol limpo, a forma de lavar também conta para manter o pano livre de qualquer incômodo.
Segundo um estudo publicado na revista Annals of Allergy, Asthma & Immunology, feito com o ácaro da espécie Dermatophagoides pteronyssinus, lavar a roupa semanalmente em água morna, com uma pré-imersão de 4 horas em detergentes ou alvejantes, vai eliminar a maioria desses artrópodes.
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O efeito é prolongado principalmente quando colchões e travesseiros são protegidos com capas para evitar a infestação.
A frequência semanal de trocas e lavagens, no entanto, não é fixa para todo mundo. Pessoas que transpiram bastante durante a noite, dormem com animais de estimação, têm doenças de pele ou estão gripadas podem precisar antecipar a troca para intervalos de três a quatro dias, segundo Andressa Vargas, dermatologista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).
