Apontada pela Polícia Federal (PF) como organizadora dos pagamentos para o grupo “A Turma”, de Daniel Vorcaro, Ana Cláudia Paiva informou ao STF que passou noite em claro por alertas sonoros e vibrações de sua tornozeleira eletrônica.
Disse ainda que ligou por mais de 20 vezes para os números informados quando a tornozeleira foi instalada, mas não obteve retorno.
“Na noite de 8 de outubro, em casa, cumprindo a medida, ela passou a noite em claro sob alertas e vibrações, sem conseguir falar com a central nem corrigir a falha“, informou a defesa de Ana Cláudia ao STF.
Ela é sócia da empresa Super Empreendimentos. Segundo investigações da PF, participava da realização e gestão de transferências financeiras destinadas a custear atividades desempenhadas por integrantes da milícia privada. Foi alvo da operação Compliance Zero em março deste ano e desde então usa tornozeleira eletrônica.
Prevenção
Ana Cláudia afirmou em documento endereçado a André Mendonça, relator do caso no STF, que comunicava a falha na tornozeleira para “se resguardar”.
