A maranhense condenada pelos atos de 8 de janeiro de 2023, Eliene Amorim de Jesus, pediu autorização para trabalhar com carteira assinada em uma empresa de confecção em São Luís.
Atualmente, Eliene está presa, em regimente domiciliar, e cumpre pena de 14 anos de prisão imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em uma residência em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís.
Segundo a defesa, Eliene recebeu uma proposta para trabalhar como auxiliar de confecção em uma empresa, em São Luís. A jornada de trabalho seria de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e intervalo das 12h às 14h. Nesse sentido, a defesa pede autorização para que Eliene possa sair de casa exclusivamente para cumprir o trajeto entre o trabalho e a casa.
A defesa também pede o desbloqueio de uma conta bancária (atualmente bloqueada) para que ela receba o salário do novo emprego.
A solicitação foi apresentada nesta quinta-feira (15) pela defesa de Eliene ao relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, que ainda irá analisar o pedido. A defesa argumenta que o trabalho formal pode contribuir para a ressocialização da condenada, além de garantir renda e direitos trabalhistas.
Prisão e condenação pelos atos de 8 de janeiro
Eliene era manicure e membro da Assembleia de Deus. Ela foi presa preventivamente, após investigação da Polícia Federal sobre a participação dela nos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília, ocorridos em 8 de janeiro de 2023.
