O candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF) Leandro Grass (PT) foi à 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), na tarde desta quinta-feira (14/10), para registrar ocorrência contra integrante da campanha de Celina Leão (PP) suspeito de divulgar deepfake do petista sobre “kit gay”. Na quarta-feira (14/10), o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) determinou que o suspeito parasse de encaminhar o conteúdo, sob pena de multa de R$ 5 mil.
O vídeo em questão contém declaração sobre suposta condenação a oito anos de inelegibilidade por divulgação de fake news, posicionamentos relativos às escolas cívico-militares, à distribuição de denominado “kit gay” em escolas e oposição à construção do Museu da Bíblia.
Para Grass, a divulgação do vídeo se trata de um “crime”, e, por isso, tem de ser investigado pelas autoridades.
“É importante que este crime seja apurado o mais rápido possível pela Polícia Civil e eventualmente pelo próprio Ministério Público do DF, porque, na nossa avaliação, além de configurar crime eleitoral, existe aqui um crime civil contra mim”, declarou o candidato ao sair da 1ª DP.
“Não vou aceitar que a mentira seja disseminada, tampouco que a eleição seja suja, contaminada e manchada por comportamentos como esse.”
Leandro Grass disparou contra a criação da notícia falsa envolvendo o nome dele, classificando-a como “de baixíssimo nível”. “Pessoas que não me conhecem, podem ter me conhecido a partir de um vídeo como esse.
