Para a maioria das pessoas, a Brasil Game Show representa a oportunidade de experimentar jogos, conhecer influenciadores, participar de atividades e acompanhar lançamentos.
Mas, para quem trabalha desenvolvendo jogos, a experiência é completamente diferente.
É a oportunidade de observar tendências, conhecer profissionais, reencontrar parceiros, apresentar projetos e, principalmente, estabelecer conexões que podem resultar em negócios.
Menos gigantes, mais espaço para os independentes
Não é de hoje que a BGS não tem presença confirmada das 3 maiores empresas de jogos, Nintendo, Microsoft e PlayStation, juntas no evento. Este ano, não foi diferente, com apenas a presença da Nintendo no centro das atenções e com estandes menores de SEGA e Square Enix, um grande espaço se abriu para os jogos indies, que fizeram filas de jogadores, ávidos por algum entretenimento durante a feira. Assim, beneficiaram-se empresas que estavam vendendo mídias físicas de seu jogo, caso de Infinitevania, que quase zerou seu estoque, e o jogo Aviãozinho do Tráfico, que vendeu tudo o que tinha.
Outras empresas, como a argentina Purple Tree, aproveitaram o momento de atenção, para deixar seu jogo Baki Hanna Blood Arena em promoção no evento para estimular a venda do jogo nos consoles.
