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O grupo terrorista Houthi bombardeou o complexo do palácio presidencial do Iêmen em Áden, no sul do país. O governo iemenita afirmou que o ataque matou dois seguranças, mas que primeiro-ministro está seguro.
Os Houthis utilizaram mísseis e drones no ataque, que atingiu um local próximo ao palácio presidencial e matou dois seguranças, afirmaram duas fontes do governo iemenita à agência de notícias Reuters.
Foram ao menos seis explosões de grande magnitude durante o ataque, segundo testemunhas disseram à agência Associated Press (AP).
O primeiro-ministro do Iêmen e integrantes do gabinete que estavam no complexo do palácio presidencial de Maashiq não ficaram feridos, afirmou o ministro da Informação, Moammar al-Eryani, acrescentando que os houthis dispararam cinco mísseis contra o local.
A agência de notícias Saba, controlada pelos houthis, citou um militar que afirmou que o grupo tinha como alvos um quartel-general de operações militares comandado por oficiais sauditas no complexo, além de depósitos de armas. A Reuters não conseguiu verificar as alegações de forma independente.
O porta-voz militar do grupo alinhado ao Irã, Yahya Saree, afirmou que o ataque contra o que descreveu como um quartel-general de operações militares sauditas em Áden fazia parte da política declarada do grupo de “atacar concentrações militares sauditas onde quer que estejam”.
Três testemunhas haviam dito anteriormente à Reuters que ouviram fortes explosões nas proximidades do palácio.
