A OpenAI está acusando um ex-funcionário de roubo de propriedade intelectual relacionada a um dispositivo ainda não lançado e de compartilhar algumas dessas informações com a Apple.
Segundo uma petição judicial apresentada pela desenvolvedora na quarta-feira (14), o funcionário, que trabalhava anteriormente na Apple, ingressou na OpenAI por seis meses e depois retornou à Apple.
A empresa afirmou que o funcionário baixou mais de 100 arquivos altamente confidenciais para suas contas pessoais antes de retornar à empresa original.
Os arquivos transferidos incluem “imagens detalhadas do(s) dispositivo(s) ainda não lançado(s), bem como dados de engenharia e fabricação altamente confidenciais sobre o(s) dispositivo(s)”, segundo o processo. O último arquivo foi enviado em junho, no último dia de trabalho do funcionário, alega a OpenAI.
A desenvolvedora ainda afirmou que o ex-funcionário, cujo nome não foi divulgado, “fez uma apresentação sobre os planos de produto da OpenAI para a alta direção da Apple, incluindo o vice-presidente de operações da Apple na Ásia”.
“Essa apresentação parece ter ocorrido meses atrás, e agora, munida dessas informações, a Apple está investindo novamente em produtos com inteligência artificial”, escreveu a OpenAI no documento.
A Apple disse à CNN Internacional que não encontrou evidências que corroborem as alegações e que possui políticas rigorosas para garantir que novos funcionários não utilizem informações confidenciais de empregos anteriores.
