O autocuidado sempre fez parte da vida da coordenadora de vendas Lidiany Sales, de 46 anos. Por isso, no final de 2025, após identificar um nódulo na mama esquerda e procurar um médico rapidamente, a brasiliense descobriu um câncer de mama.
“Quando confirmei o diagnóstico, o meu chão se abriu. Vieram muitas perguntas e, naquele momento, eu não tinha resposta para nenhuma delas”, conta Lidiany.
Desde os 40 anos, a coordenadora de vendas faz exames de rotina anuais. No entanto, após sentir fadiga e dores pelo corpo, decidiu fazer um check-up extra em setembro de 2025. Entre a bateria de exames realizados, a mamografia voltou com um diagnóstico de BI-RADS 2, indicação de alterações benignas, mas sem suspeita de câncer.
Como Lidiany já tinha recebido resultados semelhantes antes, manteve sua rotina, mas decidiu marcar uma consulta com sua ginecologista. No intervalo, fez um autoexame e percebeu um nódulo na mama esquerda.
A médica pediu um exame de ultrassom complementar para a investigação. Como Lidiany tinha uma viagem marcada, deixou para avaliar o resultado depois. Porém, durante o período longe de casa, sentiu a mama latejar, o que aumentou sua preocupação.
Quando retornou, sua prioridade foi buscar os resultados do exame: dessa vez, o laudo mostrava uma nova classificação, BI-RADS 4. A alteração é considerada suspeita e há necessidade de investigação complementar.
