O candidato à Presidência da República pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, elaborou uma carta para os evangélicos.
Visando a angariar a simpatia do eleitorado evangélico, Lula escreveu um texto “polido”, usando palavras como “família”, “Deus”, “oração” e “proteção divina”. Entretanto, uma leitura mais atenta das palavras do candidato do PT revela que o interesse de Lula é eleitoreiro.
Veja bem: ao contrário do que Lula quis mostrar, a história recente revela que o Partido dos Trabalhadores sempre se opôs àquilo em que os cristãos acreditam ou àquilo que defendem.
Quem não se lembra, por exemplo, da fala de Lula de que tanto ele quanto o PT não iriam levantar a bandeira do aborto? Ou mesmo das vezes em que o PT banalizou e desprezou a fé dos cristãos?
Ora, a carta de Lula aos evangélicos usa o nome de Deus em vão com vistas à instrumentalização da fé.
Se não bastasse isso, Lula deveria entender que candidato algum deveria presumir que, pelo fato de dirigir uma carta com expressões cristãs aos evangélicos, poderia obter o apoio dos cristãos, mesmo porque os evangélicos sabem que os valores defendidos pela esquerda são absolutamente antagônicos aos ensinamentos da inerrante Palavra de Deus.
Por fim, torna-se importante ressaltar que os evangélicos não devem ser tratados como massa de manobra; antes, pelo contrário, precisam ser vistos como uma grande parte da população que diverge de forma absolutamente clara dos valores defendidos pelo PT.
