Diante da disputa apertada no 2º turno das eleições presidenciais, as campanhas do senador Flávio Bolsonaro (PL) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vêm buscando formas variadas para tentar energizar seus apoiadores. Uma delas é motivá-los a atuar como fiscais de urna no dia do pleito, em 25 de outubro.
O PL lançou já durante o 1º turno da campanha um site específico para isso, o “Fiscais do PL”. A página explica o que faz um fiscal e tem um formulário para que os interessados se cadastrem para desempenhar essa função no 2º turno. Depois que o cadastro é aprovado, o site emite uma crachá personalizado para ser impresso e levado à zona eleitoral no dia da votação.
O PT não tem no momento uma página dedicada a apoiadores que desejam ser fiscais de urna. A cartilha do partido para o 2º turno (PDF - 774 KB) orienta seus eleitores a atuarem como tal no dia da eleição, mas não explica como realizar a inscrição.
O QUE FAZ UM FISCAL DE URNA
As regras para a atuação dos fiscais de urna estão definidas na Lei das Eleições e em resoluções do Tribunal Superior Eleitoral. Eis a íntegra da cartilha da Justiça Eleitoral sobre o tema (PDF - 745 KB).
Entre suas funções, estão:
conferir a zerésima, o comprovante de que a urna começa o dia sem nenhum voto;
acompanhar a votação e a identificação dos eleitores;
registrar possíveis irregularidades;
acompanhar a emissão do Boletim de Urna ao final da votação.
