A deputada americana Ilhan Omar, do Partido Democrata, voltou ao centro de uma investigação federal nos Estados Unidos (EUA) sobre seu histórico migratório. Segundo a Fox News, investigadores intimaram familiares da parlamentar, nascida na Somália e naturalizada americana em 2000.
A apuração busca esclarecer possíveis fraudes e declarações falsas em documentos de imigração relacionados à família da deputada. Uma das linhas de investigação envolve informações que teriam sido apresentadas às autoridades migratórias por seu pai, já falecido.
EUA: data de nascimento falsa
O caso também inclui questionamentos sobre a data de nascimento de Omar. Em 2019, integrantes de sua equipe solicitaram a correção do ano informado em biografias públicas, de 1981 para 1982. A mudança, por si só, não comprova fraude em documentos oficiais.
Omar nega irregularidades e acusa o governo do presidente Donald Trump de usar órgãos federais para perseguir adversários políticos. A deputada afirma que as acusações são infundadas.
Autoridades federais examinam também as declarações financeiras da parlamentar. Documentos apresentados em 2025 indicaram que o patrimônio conjunto de empresas ligadas ao marido de Omar havia aumentado para uma faixa entre US$ 6 milhões e US$ 30 milhões em 2024.
Omar revisou as declarações em abril e atribuiu a discrepância a um erro contábil.
