Integrantes da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmam monitorar episódios de possível interferência no Grok, IA da xAI, de Elon Musk, e no X. Avaliam, porém, que o alcance é mínimo e que, por isso, o foco das ações é a Meta. Segundo a campanha, 90% da interferência monitorada vem da empresa de Mark Zuckerberg.
A campanha não detalhou os casos em outras plataformas. Na 4ª feira (14.out.2026), o líder do PT no Senado e porta-voz da campanha, Camilo Santana, disse que a Meta de favorece Flávio Bolsonaro (PL) na IA do WhatsApp.
Ao pedir uma bandeira de Lula (13), a ferramenta não a mostra, mas exibe a de Flávio Bolsonaro (22). Na busca por “exército do Lula”, sugere a página da “tropa do Flávio”. O inverso, segundo ele, não acontece. O caso pelo Poder360.
A campanha afirma ainda que o perfil de Lula ficou por horas sem o botão de repostar e teve falhas nos Stories. Camilo disse que a Meta reconhece falhas técnicas, mas não dá transparência. Segundo ele, o site da campanha recebeu mais de 2.500 denúncias de cidadãos em 3 dias.
INTERNACIONAL
A campanha vai levar o caso à OEA (Organização dos Estados Americanos) e à ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados). Na 5ª feira (15.out), reunirá os observadores internacionais credenciados no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
A Meta nega as acusações feitas pela campanha. Em nota, disse que as alegações são falsas e que cumpre as normas eleitorais.
