O deputado federal Carlos Alberto da Cunha, conhecido como Delegado da Cunha (imagem em destaque), teve alta hospitalar após sofrer uma crise emocional quatro dias depois do primeiro turno das eleições. Ele havia sido internado, no Hospital Sírio Libanês, no último dia 8.
Durante o episódio, ocorrido após o resultado das urnas, o parlamentar precisou ser socorrido por equipes dos bombeiros. Após a alta, ocorrida na semana passada, ele se afastou das atividades eleitorais.
À coluna, nesta quarta-feira (14/10) o policial civil afirmou, por meio de mensagem, que “problema pessoal” e de “saúde” teria provocado a internação. Ele não detalhou o episódio. O espaço segue aberto para manifestações.
O perfil do deputado no Instagram, seguido por 1,8 milhão de pessoas, não é atualizado desde 4 de outubro, dia da votação em que obteve 26.497 votos pelo União, resultado insuficiente para garantir sua reeleição à Câmara dos Deputados.
“Abusos eleitorais” e demissão
O Delegado da Cunha e outros 23 policiais civis respondem na Corregedoria da Polícia Civil um procedimento por “abusos eleitorais”. O órgão fiscalizador comunicou ao Ministério Público de São Paulo (MPSP), no início do mês, indícios de que da Cunha e os outros investigados tenham usado a imagem institucional da Polícia Civil em suas campanhas.
