O TCU (Tribunal de Contas da União) apontou, nesta quarta-feira (14), atrasos nas obras do lote 5F da Fiol 2 (Ferrovia de Integração Oeste-Leste 2), entre Caetité e Barreiras, na Bahia, e cobrou medidas emergenciais para a recuperação do trecho.
A fiscalização faz parte do Fiscobras 2026, programa que acompanha obras públicas financiadas com recursos federais.
O tribunal também determinou que a Infra S.A., estatal responsável pelo empreendimento, estabeleça prazo de 30 dias para que a empresa contratada apresente um plano emergencial de limpeza e manutenção da área. O documento deverá incluir um cronograma específico para a eliminação integral da vegetação contaminante dos trilhos e a execução dos demais serviços necessários.
Os custos das intervenções deverão ser arcados pela própria contratada. O objetivo é corrigir os problemas identificados pela auditoria e estabelecer medidas para melhorar as condições do trecho ferroviário.
O TCU também recomendou que a Infra S.A. adote procedimentos mais rigorosos e ágeis para analisar, validar e aprovar os projetos executivos elaborados pelas empresas contratadas. A avaliação é que a demora nessas etapas pode comprometer o andamento das obras e contribuir para o descumprimento dos cronogramas.
