O Ministério da Saúde confirmou ao menos 52 casos de sarampo no Brasil em outubro, sendo 41 em São Paulo, dez no Amazonas e um no Rio de Janeiro. As ocorrências chamam atenção visto que a doença infecciosa é uma das mais contagiosas do mundo, e o diagnóstico pode evoluir para quadros mais graves e levar ao óbito.
O vírus se propaga pelo ar, por gotículas de saliva e secreções respiratórias, e pode permanecer em suspensão em ambientes fechados por até duas horas após a saída do doente do local.
Popularmente associado a uma doença “de criança”, o sarampo, na verdade, pode atingir pessoas de qualquer idade que não estejam imunizadas. Os primeiros sintomas incluem febre alta, tosse, coriza e conjuntivite, seguidos pelo surgimento de manchas avermelhadas que começam no rosto e se espalham pelo corpo.
Em muitos casos, porém, a doença evolui para complicações sérias. Entre as mais frequentes estão a pneumonia, principal causa de morte por sarampo em crianças pequenas, otites, diarreia intensa e desidratação. Em casos mais raros, o vírus pode atingir o cérebro e provocar encefalite.
Quase 65% das cidades do Brasil têm vacinação contra sarampo abaixo da meta | LIVE CNN
Vacina é a principal forma de combate à doença
Por não possuir um tratamento específico, a imunização é uma das principais ações para conter o aumento do vírus.
