O processo contra o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, réu pelo feminicídio da esposa, a soldado Gisele Alves Santana, morta com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro, entra na reta final antes de a Justiça decidir se o oficial da Polícia Militar será submetido a júri popular.
Documento anexado aos autos, na tarde desta quarta-feira (14/10), determinou providências para encerrar a instrução processual e abrir prazo para as manifestações finais da acusação e da defesa.
“Em seguida, venham conclusos para encerramento da instrução processual e abertura de prazo para manifestação das partes”, determinou a juíza Michelle Porto de Medeiros Cunha Carreiro, da 5ª Vara do Júri da Capital.
Reta final
Essa etapa ocorre após a conclusão dos depoimentos das testemunhas e do interrogatório de Geraldo Neto, que nega ter matado a esposa. Ele sustenta, desde o início da investigação, de que a soldado teria tirado a própria vida.
No documento judicial o Ministério Público de São Paulo (MPSP) e a defesa apresentam seus argumentos finais, com base nas provas reunidas durante o processo.
