BARRA DO CORDA - O delegado Brito Júnior, se pronunciou nesta quarta-feira (14) após ser afastado das funções por 90 dias durante uma operação da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor), no Maranhão. Ele afirmou que não foi preso, disse que ainda não teve acesso aos autos da investigação e levantou a possibilidade de estar sendo alvo de perseguição.
Em declaração, Brito Júnior afirmou que respeita a decisão judicial, mas contestou as circunstâncias do caso. Segundo ele, os fatos investigados já teriam sido justificados e comprovados, embora ainda não tenha conseguido consultar o conteúdo da apuração.
O delegado disse que procuraria seu advogado para tratar do caso e demonstrou confiança de que poderá esclarecer a situação. Ele também afirmou estar tranquilo quanto à própria conduta e ao trabalho que desenvolve.
Delegado relata conflito com colega
Durante o pronunciamento, Brito Júnior atribuiu a denúncia a um delegado com quem, segundo ele, mantém um desentendimento pessoal. O delegado afirmou que o colega teria tentado sacar uma arma contra ele no ano passado.
Brito Júnior declarou ainda que, na ocasião, não teria sido ouvido pelas autoridades e que, na avaliação dele, o outro delegado não sofreu as consequências que considerava necessárias. Essas afirmações foram feitas pelo próprio investigado e não foram confirmadas de forma independente.
