Lucas Rodrigues Alves Pires, conhecido como “Elon”, preso pela Polícia Federal (PF) nessa terça-feira (13/10), em Ceilândia (DF), tem um histórico criminal que inclui investigações por homicídio, receptação e crimes contra o patrimônio, como furto qualificado. Registros relacionados a ele remontam a 2017, quando foi investigado por envolvimento em um assassinato de um traficante famoso em Samambaia (DF).
A coluna Na Mira tenta localizar defesa de Lucas Rodrigues. O espaço segue aberto para posicionamentos.
Em 2017, Lucas “Elon” foi preso preventivamente com outros dois investigados pela morte de Benjamim Pereira Neves, conhecido como “Índio”, apontado à época como traficante com atuação em Samambaia e suspeito de envolvimento em diversos crimes na região.
Segundo a investigação, o trio teria se encontrado com Benjamim para comprar drogas. Durante o encontro, um dos envolvidos teria começado a atirar contra ele por vingança. Mesmo ferido, Benjamim também teria baleado um dos suspeitos. Conforme a apuração, o traficante teria tentado matar os outros dois integrantes do grupo.
A coluna Na Mira teve acesso ao processo, que aponta que “Elon” e outro comparsa teriam se aliado a um jovem de 18 anos que já acumulava mais de 22 registros por atos infracionais análogos a crimes graves.
À época, uma testemunha teria reconhecido Elon por causa de uma tatuagem na perna direita.
Veja trechos da decisão:
Folha de ponto como álibi
