A mobilização de partidos de esquerda em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi marcada por discursos mais agressivos de jovens parlamentares, ofensas a adversários políticos e hostilização a um jornalista da Jovem Pan na noite desta terça-feira, 13, no Largo da Batata, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo.
No ato, que reuniu apoiadores da campanha petista, lideranças defenderam a radicalização da disputa eleitoral e pediram votos para o segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL).
O tom mais radical partiu de parlamentares recém-eleitos, que ocuparam o centro da manifestação e defenderam o confronto político com os adversários. Enquanto isso, os ex-ministros Fernando Haddad (PT), Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) acompanharam os discursos do palco.
Isso é muito grave! Militantes de esquerda hostilizam repórter da Jovem Pan durante o exercício de sua profissão.
LULA QUER CALAR A IMPRENSA!
Só @flaviobolsonaro vai trazer de volta a liberdade de imprensa. Precisamos cravar com força o 22. https://t.co/NKYBBT4njq, @BrunoZambelli (@BrunoZambelli3) October 14, 2026
Leonardo Grandini (PT), de 24 anos, eleito pela primeira vez para a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), afirmou que será o maior adversário do governador Tarcísio de Freitas no Estado. Ele defendeu a "resistência" e declarou que agora é “guerra”, depois de entoar com o público um coro com palavrões contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
