Com a popularidade das redes sociais e dos influenciadores, é possível encontrar todo e qualquer tipo de dica de beleza nas plataformas. Um estudo deste ano, porém, fez um alerta sobre o comportamento.
Apresentado no Congresso da Academia Europeia de Dermatologia e Venerologia (EADV), o levantamento acompanhou 94 pessoas que tiveram problemas provocados por itens promovidos nas redes, com metade delas afirmando ter montado a rotina de cuidados justamente por meio desses canais.
Veja os números
Identificada em cerca de 42% dos pacientes, a dermatite de contato irritativa foi a condição mais comum. A acne, por sua vez, foi registrada em quase 30%. Outros números indicaram que:
12% tiveram crises de rosácea;
10% apresentaram hiperpigmentação;
7% sofreram queimaduras químicas superficiais.
Acerca dos componentes mais associados a casos de reação e inflamação da pele, estavam esfoliantes com alfa-hidroxiácidos ou beta-hidroxiácidos (35%), produtos retinoides de venda livre (27%), séruns de vitamina C em alta concentração (14%) e itens com niacinamida (11%).
A pesquisa indicou ainda que 63% dos pacientes mantinham uma rotina de cuidados com mais de três ativos. Outro número apontou que 35% das pessoas analisadas não tinha problemas dermatológicos diagnosticados anteriormente.
