O ex-PM Eduardo Thales Lopes Pires, preso pela Polícia Federal na quarta-feira (7/9), trabalhava diretamente na Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O militar é acusado de vender armas, vazar informações e lavar dinheiro para o Terceiro Comando Puro (TCP).
Eduardo Thales Lopes Pires foi nomeado na Alerj por Rodrigo Bacellar em março de 2023 para exercer o cargo de Assistente III na Secretaria-Geral da Mesa Diretora (SGM). O setor é o principal órgão de assessoramento técnico e legislativo do parlamento e apoia diretamente a Mesa Diretora e a Presidência da Alerj.
O ex-PM tinha um salário mensal de R$ 8,1 mil. Ele foi exonerado em agosto de 2024.
