São Paulo, Um ato chamado “A Luta Não Para”, pró-Lula, encheu o Largo da Batata, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, da capital paulista, no começo da noite desta terça-feira (13/10) mostrou um discurso mais duro contra a oposição ao atual governo. Entre discursos amis radicais sobre a necessidade de virar votos e convencer quem faltou ao primeiro turno para estarem presentes no segundo, a manifestação foi ofuscada pela cena de hostilização a um jornalista da Jovem Pan.
O frio, a leve chuva e a ressaca do mega ato de domingo (11/10) não foram suficientes para afugentar os apoiadores da campanha de reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva. Os principais nomes da esquerda paulista estiveram presente: Erika Hilton (PSol), Luna Zarattini (PT), Eduardo Suplicy (PT), Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB) e Fernando Haddad (PT). Além de políticos, o ator João Guilherme e a atriz Samara Felippo fizeram falas curtas em apoio ao petista.
“Eu me nego a viver num país onde a esperança significa ingenuidade, sabe? A gente está aqui hoje pela democracia. Não é direita, não é esquerda, é sobre democracia. E democracia tem que parar de ser só uma palavra bonita. A gente tem que ver ela [democracia] na educação, na saúde, no trabalho digno para nós todos. Só a educação permite a consciência de classe”, disse João Guilherme, filho do apoiador de Flávio Bolsonaro, cantor Leonardo.
