O Santos quitou nesta 3ª feira (13.out.2026) 3 transfer bans impostos pela Fifa. O valor pago foi de cerca de R$ 946 mil, referente ao mecanismo de solidariedade da Fifa em negociações com 3 atletas.
As punições encerradas envolviam o zagueiro João Basso, o meia Benjamín Rollheiser e o atacante Álvaro Barreal. Segundo o gE, um dos casos correspondia a US$ 55.000 (cerca de R$ 275 mil). Os outros 2 somavam 120 mil euros (cerca de R$ 671 mil).
Apesar das quitações, o clube ainda acumula 4 transfer bans ativos. Todos se referem a dívidas com o técnico português Pedro Caixinha e seus 3 auxiliares: José Pratas, Pedro Malta e José Belman.
Somados, esses valores ultrapassam R$ 15 milhões. A maior pendência é a do próprio Caixinha; o Santos precisa pagar R$ 10,7 milhões a ele, além de juros que elevam esse montante.
O clube também corre o risco de receber uma nova punição. A CAS/TAS (Corte Arbitral do Esporte) referendou a decisão da Fifa que condenou o Santos por uma dívida de cerca de R$ 2,2 milhões com o Al-Markhiya, do Catar, pela contratação do atacante Yusupha Njie.
Caso Yusupha Njie
A CAS/TAS julgou em setembro de 2026 o caso do empréstimo de Njie ao Santos. O atacante de Gâmbia foi cedido pelo Al-Markhiya ao Santos no 2º semestre de 2024. Ele ficou 4 meses no clube paulista sem entrar em campo. No fim de 2024, o Santos optou por encerrar o vínculo e devolveu Njie ao clube catari antes do término previsto do contrato, em junho de 2025.
