Um estudo apontou que os animais podem ter surgido até 200 milhões de anos antes do que a ciência acreditava até então. A nova teoria foi embasada a partir da análise de mais de 140 microfósseis, preservados da Biota de Kheseen, na Mongólia.
Algumas das amostras eram de localidades ainda não documentadas, que tiveram a necessidade de serem analisadas a partir de uma microscopia eletrônica de varredura, revelaram novas espécies de microfósseis e fósseis parecidos com embriões com células internas.
Segundo os pesquisadores, o material estudado tem um nível de preservação acima da média, com nenhum deles podendo ser descrito como um animal, mas que fazem questionar as teorias anteriores.
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A partir das teorias antigas, os cientistas utilizaram uma técnica de comparação entre diferenças genéticas entre as espécies vivas, chamada de análise de relógio molecular.
