Senadora eleita no Distrito Federal com 886.616 votos, Bia Kicis (PL) rebateu críticas da esquerda de que decisões dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques e André Mendonça supostamente beneficiariam Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela Presidência da República.
Em entrevista ao Metrópoles, nesta terça-feira (13/10), a deputada federal afirmou que estava na CPMI do INSS e André Mendonça, enquanto relator do inquérito que investiga descontos ilegais nas aposentadorias, “tomou várias decisões que nos desagradaram, porque ele tinha uma linha de conduta que ele seguia para todo mundo”. “E eu aceitava, eu entendia. Poxa, não era o que eu queria, mas é o que ele entende que é justo fazer”, declarou.
“Então, isso tudo é narrativa, balela, mentira. Não perseguem ninguém”, afirmou a senadora eleita.
Em relação a Nunes Marques, atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Bia Kicis revelou que a própria direita o critica por não decidir, em liminar, sobre pedido de revogação da pressão feito em revisão criminal.
“As críticas que a gente faz, às vezes, são de ele não ter a coragem de fazer o que precisa ser feito. Se fosse para fazer o que tinha que ser feito, Bolsonaro já estaria solto. Ele é o relator da revisão criminal. A gente sabe que não teve golpe, que Bolsonaro está preso injustamente. E ele está sendo extracauteloso. Ele já deveria ter tomado essa providência de libertar o Bolsonaro.
