É um cenário hipotético que ocorreria no mundo todo após uma guerra nuclear. Os incêndios causados pelas explosões atômicas liberariam tanta fumaça que a atmosfera ficaria coberta por uma camada de fuligem, densa o bastante para tapar a luz do Sol.
A superfície da Terra esfriaria, prejudicando a fotossíntese de plantas e algas. Isso levaria ao colapso de ecossistemas e da produção mundial de alimentos. Segundo estimativas recentes, o inverno nuclear poderia durar algo em torno de 15 anos.
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O termo começou a ser usado nos anos 1980, durante a Guerra Fria, quando a ameaça de um conflito nuclear entre Estados Unidos e União Soviética levou cientistas a questionarem qual seria o real potencial destrutivo de uma bomba atômica. Nesse contexto, diversos estudos calcularam o impacto que essas armas poderiam deixar na atmosfera e, por consequência, no clima.
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Quando uma bomba atômica explode, o principal resíduo que ela deixa para trás, além do material radioativo, é a fumaça.
