A Brasil Game Show 2026 aconteceu no último fim de semana, no Distrito Anhembi, em São Paulo, mas a edição deste ano foi marcada por críticas à estrutura e à redução do espaço dedicado às grandes empresas de games. Nas redes sociais, criadores de conteúdo e visitantes apontaram a falta de atrações e a quantidade de áreas vazias em comparação com anos anteriores.
Apesar de o evento continuar atraindo público, a ausência de marcas tradicionais e o espaço ocupado por uma praça de alimentação gigantesca levantaram questionamentos sobre o futuro da autointitulada “maior feira de games da América Latina”.
A seguir, o VOXL reuniu os principais pontos das críticas e os fatores que podem ajudar a explicar a situação atual da BGS. A organização do evento foi contactada pela redação e confirmou que o evento retorna em 2027.
O criador afirmou que o contrato da SEGA terminaria em 2026, enquanto o da Nintendo seguiria até a edição de 2027, que seria a última antes de uma possível renovação. Essas informações não foram confirmadas oficialmente pelas empresas.
Os valores cobrados pela organização da BGS para a participação dos expositores também não foram divulgados, mas a montagem de grandes estandes como os da PlayStation e do Xbox envolvem gastos significativos com espaço, estrutura e equipe. Considerando o cenário econômico atual, uma abordagem mais contida dessas empresas na BGS já é algo esperado para reduzir custos.
