A gestão adequada de resíduos sólidos urbanos evita cerca de 7,2 mil internações por ano no de Janeiro, segundo estudo da Pezco Economics.
Ao considerar os oito municípios contemplados pela Regena Rio no estado, a estimativa é de que a gestão adequada dos resíduos está associada à prevenção de 28 mil a 44 mil casos anuais de doenças.
Os dados foram apresentados durante evento nesta terça-feira (13) realizado pela companhia, que é a unidade de gestão e tratamento de resíduos sólidos do Grupo Aegea.
Em relação às despesas hospitalares diretas do SUS (Sistema Único de Saúde), o estudo estima uma economia de R$ 4,2 milhões a R$ 34,1 milhões por ano.
A análise considerou impactos sobre atividade econômica, saúde pública, meio ambiente e território em sete municípios: Itaguaí, Mangaratiba, Miguel Pereira, Paty do Alferes, Piraí, Seropédica e a capital fluminense, que, juntas, somam mais de 7 milhões de habitantes.
Além do impacto direto, a Pezco também considerou influências indireta mais amplas relacionada aos vínculos ambientais, econômicos e territoriais da operação.
De acordo com Pezco Economics, são estimados R$ 926,7 milhões de incremento potencial no PIB regional, além de cerca de 1.791 empregos formais adicionais.
A comparação utilizou como referência o desembolso anual da Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana), principal contratante da operação.
