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O presidiário James Robertson, de 63 anos, foi executado nesta terça-feira (13) na Flórida, nos Estados Unidos. Ele havia matado um colega de cela em 2008, com o objetivo de ser condenado à morte e evitar passar o resto da vida na prisão.
Robertson recebeu uma injeção letal com três medicamentos e morreu cerca de dez minutos depois.
Robertson acordou às 5h45 desta terça-feira (13). Segundo as autoridades, sua última refeição incluiu bife, batatas, ovos fritos, torradas e leite. Ele recebeu duas visitas, de um primo e de um amigo por correspondência, e não se encontrou nenhum líder religioso.
Questionado se gostaria de dizer algo antes da execução, Robertson respondeu: "Não. Sou hétero".
Foi a primeira execução na Flórida desde que uma tentativa de executar Christa Pike, no Tennessee, fracassou há duas semanas. Ela sobreviveu a duas doses de um medicamento letal e precisou ser levada às pressas para o hospital.
O caso ocorre em meio ao aumento da atenção sobre a pena de morte nos Estados Unidos. Na semana passada, o Pentágono anunciou que transmitiria ao vivo a execução por fuzilamento de Nidal Malik Hasan, responsável por um ataque a tiros na base militar de Fort Hood. A decisão foi criticada por parlamentares republicanos e democratas.
Presidiário que matou outro detento para ter pena de morte é executado na Flórida
