Os clubes brasileiros consolidaram uma hegemonia na Copa Libertadores feminina, que começa nesta semana em Quito, graças a orçamentos robustos, à confiança de vencer repetidamente e a uma aposta séria nos projetos de futebol feminino.
As representantes do Brasil venceram 14 das 17 edições do torneio. No Equador, a partir da próxima quinta-feira (15) até o dia 31 de outubro, elas têm tudo para ampliar esse domínio.
O Corinthians, atual tricampeão, é a cara de um país que não dá sinais de que será destronado e que será o primeiro da América do Sul a sediar a Copa do Mundo feminina, em 2027.
A seguir, quatro pontos-chave que explicam o sucesso do Brasil na Libertadores:
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Faltam 3⃣ dias!
Incentivo
O crescimento do futebol feminino brasileiro começou a acelerar em 2019, quando a CBF obrigou todos os clubes das primeira e segunda divisões masculinas a terem equipes femininas.
O Brasil foi além da exigência da Conmebol para os participantes de seus torneios masculinos: eles devem ter times femininos ou, caso contrário, não podem disputar a Libertadores ou a Sul-Americana.
Em outros países sul-americanos, por outro lado, muitas equipes foram criadas simplesmente para cumprir uma exigência formal, mas sem um planejamento esportivo de longo prazo.
