A Justiça de Goiás determinou que a Activision Blizzard reative a conta de um jogador de Call of Duty banido sem receber uma justificativa técnica detalhada. A decisão estabelece prazo de cinco dias para o cumprimento da ordem, sob pena de multa diária de R$ 200.
O jogador tentou resolver o problema diretamente com a empresa antes de recorrer à Justiça. Além de buscar a recuperação do perfil, ele pede R$ 10 mil por danos morais e a reparação dos prejuízos relacionados aos itens virtuais que estavam vinculados à conta.
Jogador brasileiro banido de Call of Duty cobra R$ 10.000 por danos morais
O jogador Luciano dos Reis Almeida teve a conta suspensa em 23 de junho de 2026, após uma suposta violação das regras de conduta do jogo. Segundo os autos do processo, ele não recebeu uma explicação técnica detalhada sobre o motivo do banimento.
A suspensão teria causado prejuízo financeiro estimado em R$ 500 em itens virtuais, além de afetar a reputação do jogador na comunidade e impedir o acesso às interações sociais vinculadas à conta. Após tentativas de resolver o problema diretamente com a Activision, ele recorreu à Justiça.
A defesa solicitou uma liminar para restabelecer o acesso à conta e desbloquear o aparelho celular, além de pedir a devolução dos R$ 500 em itens perdidos ou a transferência dos conteúdos para outro perfil. A ação também inclui um pedido de R$ 10 mil por danos morais.
