Separadamente, e antes do acidente na Geórgia, a Six Flags anunciou em setembro planos de desativar permanentemente uma de suas montanhas-russas mais famosas.
O anúncio ocorreu cerca de um mês depois que uma investigação da CNN revelou um longo histórico de lesões graves, com consequências que alteraram a vida das vítimas, e mortes associadas à atração.
Relatos de que a montanha-russa X2 causou ferimentos em passageiros existem há mais de uma década, mas o assunto havia sido mantido em grande parte sob sigilo até que a investigação da CNN revelou mais de uma dúzia de casos de lesões e hospitalizações ligados ao brinquedo, incluindo pelo menos duas mortes.
Em julho, duas mulheres deram entrada no mesmo pronto-socorro de Santa Clarita com lesões cerebrais após andarem na X2, com um intervalo de apenas seis dias entre os casos.
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Em três ações judiciais ajuizadas em setembro, três passageiros que sofreram lesões com risco de morte neste ano, incluindo Naomi Greer-Wilkinson, de 26 anos, que permanece em coma, alegam que a Six Flags tinha amplo conhecimento dos supostos perigos da atração e não deveria ter continuado a operá-la.
