Ministro Kassio Nunes Marques
Luiz Roberto/TSE
Em busca de encerrar um início de crise no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente da Corte, Kássio Nunes Marques, vai tentar fechar um acordo com as campanhas do senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para evitar a disseminação de fake news.
Além disso, Nunes Marques determinou que o canal "Exército do Lula" só poderá voltar a funcionar após a comunicação de seu endereço à Justiça Eleitoral e a comprovação da providência no processo.
A decisão prevê ainda acompanhamento de canais públicos de grande alcance ligados às duas campanhas, segundo critérios objetivos e isonômicos.
Em relação ao canal "Exército do Lula", Nunes Marques condicionou a retomada do funcionamento à comunicação do endereço à Justiça Eleitoral e à comprovação da medida nos autos.
Cumpridos os requisitos e observado o prazo previsto na resolução do TSE, a Meta deverá restabelecer o envio de atualizações e o ingresso de seguidores.
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Na decisão, Nunes Marques também determinou que o procedimento de acompanhamento adotado pelo TSE seja aplicado aos canais públicos de mensageria mantidos pela chapa de Flávio Bolsonaro ou efetivamente vinculados à campanha.
A Meta também deverá monitorar, durante o período eleitoral, os canais públicos de grande alcance indicados pelas campanhas e individualizados no processo.
Para encerrar crise, Nunes Marques pede registro do canal 'Exército do Lula' no TSE para continuar no ar
