A manifestação a favor da candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no domingo 11, que foi marcada por atos de vandalismo, pichação e muita sujeira na Avenida Paulista, em São Paulo, deve se voltar contra o próprio Lula e o PT na reta final do segundo turno das eleições. A avaliação é do deputado federal eleito Rony Gabriel (Podemos-RS), um dos alvos de uma ação do PT no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A campanha de Lula acionou a corte eleitoral contra Rony Gabriel, os também deputados federais eleitos Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP), o empresário Pablo Marçal e o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, pela divulgação de vídeos supostamente manipulados sobre a manifestação de domingo na capital paulista.
O ministro Marco Aurélio Belizze, do TSE, atendeu à campanha petista e determinou a exclusão do vídeo das redes sociais. Em entrevista ao Jornal da Oeste Primeira Edição nesta terça-feira, 13, Rony Gabriel classificou a decisão da Justiça Eleitoral como “ridícula” e demonstrou confiança de que ela será revertida no plenário da corte.
“Dadas as circunstâncias em que o Brasil se encontra, já era esperado. Fiz um vídeo mostrando tudo o que aconteceu na Avenida Paulista.
