O fogo grego foi uma das armas incendiárias mais devastadoras da Idade Média, utilizada pelo Império Bizantino em batalhas navais a partir do século 7. O líquido altamente inflamável era disparado por lançadores de chamas ou bombas e tinha o poder extraordinário de continuar queimando sobre a água.
Essa tecnologia militar salvou Constantinopla de cercos decisivos por mais de cinco séculos e garantiu a sobrevivência do império. O grande mistério é que a fórmula exata da substância se perdeu no tempo e continua intrigando cientistas.
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O que era o fogo grego e como ele funcionava em combate
Lançada por meio de tubos de bronze pressurizados com bombas de sifão e bocais giratórios, a substância transformava o mar em um inferno aquático. Ela incinerava rapidamente cascos de madeira, velas e marinheiros inimigos.
Além dos projéteis disparados por navios, os bizantinos utilizavam granadas de argila recheadas com o líquido inflamável. Arremessadas por catapultas ou à mão, elas agiam de forma parecida com os coquetéis molotov modernos.
