Quando chega a marca dos 40 anos, o organismo dá sinais. O metabolismo começa a desacelerar, o corpo perde massa muscular de forma natural e a absorção de nutrientes passa a ser menos eficiente. Diante dessas transformações, uma dúvida comum surge: é preciso apostar em suplementos? Segundo a nutricionista Paloma Cupini, não existe um “kit obrigatório” para quem chega ou passa dessa idade, a necessidade de cada paciente precisa ser avaliada individualmente.
Em entrevista à coluna Claudia Meireles, a especialista em saúde da mulher, menopausa e fitoterapia explica os benefícios associados à suplementação e destaca que o bem-estar e a qualidade de vida passam por fatores ligados ao estilo de vida.
“Com tantos benefícios divulgados nas redes sociais, é fácil ter a impressão de que existe uma lista de suplementos que todas as pessoas deveriam começar a tomar depois dos 40. Não é bem assim. Dois pacientes da mesma idade podem ter necessidades completamente diferentes”, assegura.
Segundo a profissional, alimentação, exames de rotina, uso de medicamentos, nível de atividade física, fase da menopausa e andropausa, e condições de saúde precisam ser avaliados antes de qualquer ajuste no plano nutricional.
Importância da creatina, ômega-3 e B12 após os 40 anos
A ideia do “kit de suplementação” ganhou fama por prometer uma abordagem integrada que atua em diferentes sistemas do corpo ao mesmo tempo. Paloma, entretanto, é criteriosa: cada suplemento tem suas indicações.
