Um vídeo em que Marina Silva (Rede) relata ataques sofridos durante a campanha presidencial de 2014 voltou a circular nas redes sociais nesta segunda-feira, 12.
O conteúdo relembra acusações que a então candidata do PSB atribuiu à campanha de Dilma Rousseff (PT) e ganhou repercussão em meio à divulgação de uma notícia falsa para atacar a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).
Marina cita outros ataques do PT
Em uma transmissão ao vivo com o humorista e esquerdista Fábio Porchat, em 2020, Marina contou que a campanha do PT espalhou que ela acabaria com o título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil. A estratégia difamatória com fins eleitorais é a mesma usada agora na campanha de Lula e considerada irregular pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A ex-candidata também relatou que a campanha de Dilma produziu e distribuiu fake news dizendo que ela proibiria o Círio de Nazaré, em Belém (PA). Da mesma forma, acabaria com programas sociais como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida, em movimento idêntico ao que ocorre neste ano. Segundo Marina, as acusações buscavam provocar medo entre os eleitores.
“Eu não era uma candidata, eu era uma exterminadora do futuro”, afirmou na gravação. Marina também descreveu uma estratégia em que supostos apoiadores diziam inicialmente que votariam nela e, dias depois, anunciavam a desistência em razão das notícias falsas.
