A campanha do senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), se posicionou de maneira contrária à análise do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não identificou fake news no canal Exército do Lula no WhatsApp.
De acordo com a equipe do presidenciável, as postagens apagadas no grupo dificultaram a análise da Corte Eleitoral no apontamento de irregularidades e produção de notícias falsas.
“O canal de WhatsApp “Exército do Lula” utilizado para difusão em massa também de conteúdo abertamente desinformativo conservava a estratégia de apagar sistematicamente comandos e os conteúdos disparados, justamente para inviabilizar o controle tanto pela Plataforma, como pelo Tribunal Superior Eleitoral”, afirma a campanha do senador.
Uma análise técnica elaborada pela Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED) do TSE, a pedido do presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, não identificou a veiculação de notícias falsas específicas no canal criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).
A análise ocorreu após determinação de Marques para que a assessoria informasse “se identificou a circulação de conteúdos idênticos ou substancialmente equivalentes àqueles examinados nestes autos, inclusive em outros canais e plataformas digitais, bem como eventual atuação coordenada destinada à sua disseminação”.
