São Paulo, Morto por 27 tiros da Polícia Militar (PM) na zona sul de São Paulo, o jovem Gustavo Munis de Santana, de 20 anos, era descrito por amigos e familiares como uma pessoa leal e alegre. Ele foi baleado após policiais confundirem um celular com uma arma durante uma ocorrência na madrugada de sábado (10/10).
“Desde quando a gente conheceu, eu sentia uma energia diferente em você, uma felicidade, uma luz. Você era único, meu irmão. Você não era muito de demonstrar seus sentimentos, mas eu sabia que você sempre foi muito grato e amava muito todos nós. Hoje, nesse domingo, me pego pensando o quão bom foi ter dividido parte da minha vida com você, e o orgulho que eu tenho de falar que eu pude conhecer sua pessoa, não por um e nem por dois, por cinco anos. E esses cinco anos foram os melhores da minha vida”, escreveu um amigo em uma carta publicada nas redes sociais.
Uma prima de Gustavo também afirmou que o jovem era atencioso com familiares, trabalhava em um hospital e estudava para prestar vestibular para o curso de engenharia mecânica.
Jovem morto pela PM com 27 tiros
Gustavo Munis de Santana, de 20 anos, foi morto por policiais militares na madrugada de sábado (10/10).
Segundo a corporação, os agentes foram chamados para atender a uma ocorrência de tentativa de suicídio na Avenida Moreira Guimarães, em Moema, zona sul da capital paulista.
