A economia da Argentina deve se recuperar lentamente à medida que o país se aproxima do ano eleitoral de 2027, após provavelmente entrar em recessão no terceiro trimestre, segundo uma pesquisa da Reuters com analistas.
No entanto, os setores de manufatura e comércio em Buenos Aires, o motor econômico do país, provavelmente permanecerão fracos, ficando ainda mais para trás em relação à produção de commodities em franca expansão em outras províncias.
Essas perspectivas desanimadoras podem se tornar um grande desafio para o presidente Javier Milei, que busca consolidar apoio político para sua candidatura à reeleição nas eleições nacionais do ano que vem.
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Analistas estimam que o produto interno bruto cresça 2,6% no próximo ano, após alta prevista de 1,9% em 2026, de acordo com a mediana das previsões de 32 economistas consultados entre 5 e 8 de outubro.
Essa foi uma revisão para baixo em relação ao crescimento esperado de 3% para ambos os anos na pesquisa trimestral de julho, quando os analistas não conseguiram prever uma grande queda naquele mês. Os dados oficiais do PIB do terceiro trimestre serão divulgados em dezembro.
