O subtenente Gláucio Marcelo Fonseca da Silva, de 54 anos, policial do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) morto durante uma troca de tiros entre PMs em Jacarepaguá, na zona Sudoeste do Rio, neste domingo (11), era irmão do sargento Heber Carvalho, também policial militar, que morreu durante a megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão, em outubro de 2025.
Segundo informações da Secretaria de Estado de Polícia Militar, policiais do Bope realizavam uma abordagem a um veículo na rua Guilherme Moreira, na Freguesia, quando agentes do 18º BPM (Jacarepaguá) chegaram ao local.
De acordo com o comando da unidade especializada, a baixa luminosidade teria levado os policiais do batalhão de Jacarepaguá a confundir a abordagem com uma ação criminosa. Os militares teriam efetuado disparos contra a equipe do Bope.
Gláucio e outros cinco policiais militares ficaram feridos durante a ocorrência. Quatro eram integrantes do Bope e um pertencia ao 18º BPM (Jacarepaguá), segundo a nota da corporação. Todos foram socorridos e encaminhados ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. O subtenente não resistiu aos ferimentos.
Gláucio tinha 26 anos de serviço na corporação, a maior parte deles dedicada ao Bope, e deixou três filhos. A morte do irmão, o sargento Heber Carvalho, ocorreu há quase um ano, durante a Operação Contenção, realizada nos complexos da Penha e do Alemão, na zona Norte do Rio.
